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Jovem morre espancado em casa da namorada

Jovem morre espancado em casa da namorada


Um cidadão que em vida respondia pelo nome de Nelson Khembo foi espancado até à morte por indivíduos até aqui não identificados, na residência da sua namorada, no bairro de Hulene “A”, cidade de Maputo.

Segundo o porta-voz da Polícia da República de Moçambique, PRM, Orlando Mudumane, as investigações feitas à posterior lavaram a concluir que o malogrado terá sido agredido na mesma residência onde acabou perdendo a vida. Acrescentou que há suspeitas de a namorada ter ligação com o crime.

Assim, a suposta namorada do malogrado é agora indiciada de ter ligação com a morte do seu parceiro e encontra-se detida na 14ª esquadra. A Polícia diz ter provas suficientes do envolvimento da jovem.


Cardeal de Lisboa reconhece dificuldades do Papa Bento XVI em governar a Igreja

Cardeal de Lisboa reconhece dificuldades do Papa Bento XVI em governar a Igreja


O Cardeal-patriarca de Lisboa reconhece que Bento XVI teve um pontificado difícil. “Este Papa teve frentes complicadas de grande exigência e sofrimento da Igreja”, declarou em conferência de imprensa, esta terça-feira, em Lisboa, o patriarca português.

Citado pelo jornal português, Público, o Cardeal José Policarpo refere que os escândalos da pedofilia; o fenómeno conservador dos cristãos que seguem o cardeal Marcel Lefebvre; e as cartas tornadas públicas pelo mordomo do Papa, no último ano, são  as “frentes mais complicadas” que Bento XVI teve de enfrentar.

“Não sei quantos bispos demitiu, mas foi um homem de grande coragem”, aponta D. José Policarpo sobre o escândalo da pedofilia, lembrando ainda os documentos redigidos por Bento XVI para aplicar nas dioceses, de maneira a combater e a evitar o abuso de crianças por consagrados.

Quanto ao chamado “lefebvrismo”, D. José Policarpo recorda que este foi um dossier herdado de João Paulo II e que o objectivo do Vaticano é evitar um “novo cisma do Ocidente”, entre os católicos pós e pré-Concílio Vaticano II, mas que Bento XVI não conseguiu grandes resultados. Sobre os seguidores do cardeal francês o patriarca de Lisboa diz: “É um problema de fé: se acreditam ou não na fé da Igreja.”

Marcel Lefebvre não aceitou as decisões saídas do Concílio Vaticano II, há 50 anos, não obedecendo, por isso, ao Papa e tendo ordenado quatro bispos à revelia da Santa Sé. “Este dossier não avançou e sei que fez sofrer muito o Santo Padre”, diz D. José, reforçando que Bento XVI não esqueceu o Vaticano II e por isso a Igreja celebra actualmente o Ano da Fé, “proclamando a actualidade do Concílio como bússola segura”.

Outro “dossier difícil” foi “o que se passou há meses dentro da Cúria” com a divulgação de cartas do Papa pelo seu mordomo. “Magoou muito o santo padre e deve tê-lo preocupado.” D. José confessa que rezou muito por Bento XVI durante esse período.

Agora, até que ponto estes temas fizeram o Papa renunciar ao cargo D. José Policarpo diz que “não sabe”. “Ninguém pode impedir que o Papa sofra”, acrescenta, mas “os motivos reais que o levaram a sentir-se sem força, só ele sabe.”

D. José lembra que, em termos físicos, Bento XVI está muito debilitado. Fez várias operações cardíacas e tem dificuldade em andar, é ajudado a subir as escadas.


Silêncio da EDM deixa consumidores perplexos

Silêncio da EDM deixa consumidores perplexos


Até ao fecho da presente edição da nossa fonte, ainda não havia informação oficial da Electricidade de Moçambique (EDM) a explicar o que está a acontecer com o fornecimento de energia eléctrica à cidade de Maputo. Tudo quanto se sabe é o que se vê e se vive.

O que se vive é que desde cerca da meia-noite da última sexta-feira, 08 de Fevereiro de 2013, toda a região do Grande Maputo, que inclui as cidades de Maputo e Matola. Depois de tudo ter ficado repentinamente às escuras, um “apagão” total, deixou de haver electricidade fornecida regularmente. Quando há é por umas horas e depois cortam ou fornecem. Estão constantemente a interromper, pondo em risco o funcionamento dos electrodomésticos e outros equipamentos eléctricos.

Passados quatro dias a “luz” chega, mas a conta-gotas, com cortes frequentes, continuando a por-se em risco os bens eléctricos dos utentes. Deixou de haver confiança no fornecimento regular de energia.
Sabemos particularmente, se bem que de fonte tecnicamente abalizada, que “explodiu, na subestação da Central Térmica – Sala de Comando, o barramento de 66 kV isolado a gás SF6, matando o respectivo operador, funcionário da EDM”.

A cidade da Matola deixou de estar afectada ainda no sábado. Apenas a cidade de Maputo sofreu, embora alguns bairros alimentados a partir de outro circuito que não está ancorado à subestação da Central Térmica tivessem continuado alimentados de corrente.

A nossa fonte contactou a directora de Comunicação e Imagem da Electricidade de Moçambique, Gilda Jofane, para lhe pedir explicação formal do que sucedeu e do que se está a passar volvidos quatro dias com o fornecimento da energia eléctrica à cidade de Maputo, mas ela mandou-nos aguardar.
Gilda Jofane disse-nos que estava muito exausta por, segundo ela, estar “desde sábado acampada no campo” juntamente com outros colegas para tentar resolver o problema registado no fornecimento da corrente.

Insistimos e Gilda Jofane acabou dizendo-nos que o “campo” é a “Central Térmica da EDM, na antiga SONEF (perto da Portagem de Maputo da via rápida Maputo - Matola) onde se registou uma explosão no passado sábado e até hoje ainda se trabalha para o restabelecimento normal da corrente”.

A directora Gilda Jofane não disse quando esse trabalho irá terminar, não disse exactamente o que explodiu, nem mesmo falou das causas e consequências dessa explosão para além do que vemos e vivemos: o “apagão” ou cortes constantes.

“Estamos a preparar um comunicado de Imprensa que será apresentado em conferência de Imprensa até amanhã (hoje, quarta-feira). Lamento muito que não possa dar mais dados”, foi essencialmente isto que disse a responsável pela comunicação na EDM.

No terreno

No terreno o que sucede é que a luz não chega a grande parte dos estabelecimentos desde sábado passado. O que funciona é com base em geradores e outras alternativas. Muitos estabelecimentos comerciais, ao fim do terceiro dia sem energia eléctrica, tiveram que fechar as portas para não acumularem mais prejuízos com electrodomésticos e diversos equipamentos eléctricos danificados.

O ambiente público é de grande indignação pelo silêncio a que a EDM se remeteu.
Inicialmente ficou toda a cidade de Maputo sem luz, mas desde segunda-feira as zonas suburbanas, alimentadas a partir da Matola, têm corrente, mas não têm a certeza de tê-la para sempre. E estão a ter energia com cortes sistemáticos.

O medo e a incerteza que se vive e se agudiza é suscitado pelo silêncio da Electricidade de Moçambique (EDM). Não se explica às pessoas o que se está a passar.


Polícia anuncia greve para o dia 1 de Abril

Polícia anuncia greve para o dia 1 de Abril


Não passa um mês que a classe médica decidiu paralisar as actividades nas unidades sanitárias públicas, entrando em greve contra grande oposição do Governo. Policias acabam de começar a agir e os professores estão a movimentar-se no mesmo sentido apontando para uma greve geral.

A greve dos médicos, que durou cerca de dez dias e abalou seriamente o Sistema nacional de Saúde, parece que quebrou o medo que reina(va) na administração pública e despertou outros sectores a lutarem pelos seus direitos contra um Governo que recusa se a autorizar greves aos funcionários do Estado ao mesmo tempo que ignora qualquer solução por via do diálogo que permita evitar-se situações de ruptura.

Agora, concretamente, sabe-se ao certo que a Policia está a agir. Acaba de anunciar um greve para o dia 01 de Abril, caso as suas reivindicações apresentadas por escrito ao governo, PR, Assembleia da República e outros organismos, não venham a ser atendidas.

Os agentes da Polícia da República de Moçambique ameaçam entrar em greve por tempo indeterminado, a partir do dia 1 de Abril, como forma de pressionar o Governo a fazer um reajuste salarial significativo. Querem um salário mínimo na Policia de oito mil meticais/mês.
Os Policias dizem que depois de 01 de Abril só voltarão ao trabalho caso sejam satisfeitas as suas reivindicações.

Através de uma carta endereçada ao Primeiro-Ministro, Alberto Vaquina, datada de 24 de Janeiro de 2013, que passamos a transcrever na íntegra, os agentes da PRM referem que desde o mandato de Armando Emílio Guebuza a Polícia tem sido assolada por problemas de vária ordem, desde a falta de promoções, progressões e sem nunca terem conhecido um aumento salarial igual ou superior a 20%.

“Esta situação tem criado amplo descontentamento no seio dos membros da corporação, tomando em conta o custo de vida que vem registando um agravamento ininterrupto, daí que tem sido frequente o envolvimento de alguns agentes da corporação em actos criminais, desde o aluguer das armas aos bandidos, liderança de quadrilhas, subornos, extorsão e outros na tentativa de superar os míseros salários que o Estado lhes paga ainda com vários riscos sujeitos”.

“Se não vejamos: o último elemento desta instituição (Guarda da Polícia) tem como vencimento base 3.366,49 meticais, e líquido recebe: 4.102,86 meticais e, por sua vez, o rancho da família com três membros é de aproximadamente 2.000,00 meticais, mais 4.200,00 meticais das despesas diárias na compra de mata-bicho e verduras ou carapau para jantar já que está interdito de ter almoço (em casa), totalizando 6.200,00 meticais”, lê-se no documento.

“Neste valor, de acordo com a carta, ainda não contabilizou o que deve pagar para as matrículas das crianças; não comprou material e uniforme escolar; não incluiu valor da renda de casa, de transporte do funcionário e dos filhos acrescidos das ligações sujeitas; não comprou sapatilhas e roupa ao menos para crianças e ainda ninguém da família ficou doente”.
“Assim sendo, qual é a possibilidade deste membro sobreviver? Construir? Comprar electrodomésticos?”, questiona-se na carta dirigida ao Gabinete do Primeiro-Ministro.

Salário base de 8 mil meticais

Os membros da corporação usam a carta para pedirem que “se faça um reajuste da tabela salarial na ordem de oito mil meticais como vencimento base para Guarda da Polícia e sucessivamente, que se resolva a questão das progressões estagnadas desde 2005, bem como o assunto das promoções que andam a passo de camaleão e destinados aos da família Tivane (conhecidos), passarem a ser abrangentes, que se atribua a subsídios de alimentação e de transporte bem como o pagamento das horas-extras para os que trabalham para além da hora normal estabelecida pela lei”.

Comandante-geral da Polícia remete o assunto ao comandante-geral adjunto

Contactado pelo Canalmoz para comentar a ameaça da greve pelos agentes da corporação, o comandante-geral da PRM, Jorge Khalau, disse que ainda não tinha recebido nenhuma carta com o conteúdo desta natureza e nem sequer informação de ameaça da greve por parte dos membros da PRM.
Sem avançar mais detalhes, Jorge Khalau mandou a nossa Reportagem contactar o vice-comandante-geral como forma de se desembaraçar das perguntas do jornalista.


Xai-Xai: Retomada actividade comercial após inundação

Xai-Xai: Retomada actividade comercial após inundação


Algumas semanas após a interrupção de praticamente toda a actividade comercial na baixa da cidade de Xai-Xai, capital provincial de Gaza, como medida de precaução face às ameaças das cheias naquela parte da cidade, o comércio formal retomou ontem, reporta hoje o diário da nossa fonte.

A medida, de acordo com fontes municipais, surge em resposta à pressão que vinha sendo feita nos últimos dias pelos agentes económicos locais ansiosos em relançar os seus negócios depois da paragem imposta por aquele fenómeno da natureza.

Os comerciantes reatam o trabalho numa altura em que continua em vigor o alerta vermelho decretado pelas autoridades governamentais.

Aliás, os mesmos operadores económicos têm igualmente a convicção de se estar ainda em plena época chuvosa, daí a necessidade de serem tomadas todas as precauções de forma a se evitarem eventuais problemas.

Numa ronda pela cidade, a reportagem do Notícias diz ter observado a presença de um movimento desusado de camiões transportando mercadoria diversa, tendo em vista o reatamento da actividade a todo o gás para o alívio dos citadinos que se viam obrigados a encontrar alternativas para a satisfação das suas necessidades básicas em alimentos e outras, recorrendo a estabelecimentos improvisados, na zona de Tavene e Xiquelene.

Alguns operadores ouvidos pela nossa Reportagem a propósito do retorno das actividades reconheceram estarem a assumir este seu posicionamento cientes dos riscos, e desafios impostos pela natureza, mas que algo devia ser feito para não se matar a economia.

“ Como todos puderam ver ao longo de todo este período de total estagnação, para além de termos perdido muito dinheiro, os consumidores foram penalizados, porque alguns oportunistas que durante esta fase assumiram o monopólio, enveredaram pela especulação de preços”, disse José Matavel, comerciante em exercício na zona da Pontinha.

Entretanto, depois de três dias de trabalho árduo, a empresa FIPAG restabeleceu ontem em pleno o fornecimento da água à parte baixa para que as pessoas regressem com garantias da água potável, de forma a se evitar um eventual surto de doenças de origem hídrica.


Moçambique lidera em políticas de protecção das crianças no mundo

Moçambique lidera em políticas de protecção das crianças no mundo


Países como Moçambique e Angola estão na frente a nível internacional em algumas políticas de protecção das crianças, enquanto potências como os Estados Unidos mostram atraso noutras, revela um relatório que compara dados de 189 países.

O documento do Centro de Análise de Política Mundial da Universidade da Califórnia  Los Angeles (UCLA), intitulado "Mudar as Oportunidades das Crianças", foi hoje apresentado em Londres, e compara pela primeira vez informação e leis em 191 países que abrangem pobreza, discriminação, educação, saúde, trabalho infantil, casamento infantil e cuidados parentais.

Uma das conclusões alcançadas foi que não é preciso ser um país desenvolvido para estar na frente de algumas destas políticas, afirmou uma das autoras, Jody Heymann, reitora da Escola de Saúde Pública da UCLA.


Dia dos Namorados - Mil milhões a dançar contra a violência sobre as mulheres

Dia dos Namorados - Mil milhões a dançar contra a violência sobre as mulheres


Mais de 200 países vão aderir à dança global convocada para quinta-feira pela campanha One Billion Rising, que quer pôr as ancas do mundo a abanar, pelo fim da violência contra as mulheres.

O nome encontra explicação numa estatística das Nações Unidas: "mil milhões de mulheres - uma em cada três - serão violadas e agredidas no planeta durante a sua vida". A campanha propõe que um número igual ou superior de mulheres e homens se junte em todo o mundo, dançando, para combater a violência.

"Mil milhões de mulheres violadas é uma atrocidade; mil milhões de mulheres a dançar é uma revolução", compara a campanha One Billion Rising (www.onebillionrising.org).

A mobilização colectiva conta já com a marcação de duas dezenas de eventos de norte a sul de Portugal, envolvendo organizações nacionais como a APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), a Associação Portuguesa de Mulheres Juristas, a ILGA Portugal, a UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta), a Amnistia Internacional - Portugal e a companhia Chapitô, mas também vários organismos locais, entre escolas e associações.

Em Lisboa, por iniciativa da socialista Ana Gomes, deputadas e activistas adoptaram o slogan "@ Menin@ Dança?" e vão apresentar uma coreografia para a música "Break the Chains", na quinta-feira, no Largo de Camões, a partir das 17:30.

Em nome das dinamizadoras da campanha em Portugal, a eurodeputada socialista Ana Gomes, que já dançou pela campanha durante a apresentação, no Parlamento Europeu, juntamente com a eurodeputada bloquista Marisa Matias, disse à Lusa que se pretende que "cidadãos e cidadãs" se mobilizem "activamente pelo fim da violência contra as mulheres, em todas as formas".

Qualquer cidadão deve "denunciar comportamentos que são desculpantes ou encorajadores de actos de violência contra mulheres", frisa Ana Gomes.

Essa "consciencialização" deve revelar que "as pessoas no seu dia a dia estão atentas, não deixam passar casos, não se intimidam se souberem que alguém é vítima de violência, por exemplo na família, que se mobilizam, que não deixam que o silêncio continue a proteger os criminosos, que denunciam e que dão apoio à vítima", concretiza.

Sublinhando que "as violações" contra as mulheres "ocorrem por todo o mundo, nos países em desenvolvimento, mas também nos países mais avançados", Ana Gomes diz que se impõe "uma mudança de mentalidade, entre homens e entre mulheres".

A ideia da campanha, apoiada por celebridades como Jane Fonda, Robert Redford e Charlize Theron, surgiu depois de Eve Ensler, conhecida dramaturga dos Estados Unidos e autora do livro "Os Monólogos da Vagina", ter visitado uma comunidade na República Democrática do Congo.

Nessa comunidade, onde as mulheres são altamente vulneráveis à violência, as feridas ultrapassam-se através da dança.

Daí a escolha de Eve Ensler, fundadora do V-Day, movimento global pelo fim da violência contra mulheres, para a acção global marcada para o Dia de São Valentim, ou dos Namorados. "A dança dá grande energia e cria um sentimento de solidariedade", justifica Ana Gomes.


Khálau diz que os que estavam contra a sua recondução vão aturá-lo mais um mandato

Khálau diz que os que estavam contra a sua recondução vão aturá-lo mais um mandato


Desta vez, na sua primeira aparição pública, desde que foi reconduzido ao cargo de comandante-geral da Polícia, pelo Presidente da República, o homem mais forte da Polícia disse que todos aqueles que estavam contra a sua recondução vão ter que aturá-lo por mais um mandato.

Discursando na cerimónia de patenteamento de setenta e quatro agentes da Polícia, entre guardas, sargentos, oficiais subalternos e superiores, Khálau disse, ao seu estilo peculiar, esperar contar com o apoio de todo o povo moçambicano, incluindo aqueles que não queriam que fosse novamente nomeado para desempenhar aquelas funções.

“Neste meu segundo mandato, vou contar com o apoio de todos. E aqueles que não queriam que eu fosse reconduzido ao cargo, vão ter que me aturar”, disse, dirigindo-se aos agentes da sua corporação e ao público em geral.

Khálau pediu, igualmente, o apoio dos magistrados e da sociedade moçambicana no combate à criminalidade que, nos últimos tempos, recrudesce no país.