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Apoio ao desenvolvimento: Rússia concede 144 milhões de dólares a Moçambique

Apoio ao desenvolvimento: Rússia concede 144 milhões de dólares a Moçambique


Lavrov fez este anúncio durante uma conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo moçambicano, Oldemiro Baloi, após terem mantido conversações bilaterais, no âmbito da visita de um dia que efectuou ontem ao país.

Segundo Lavrov, o montante a ser alocado ao país, “vai ser usado em projectos considerados prioritários para o desenvolvimento económico em consonância com o plano estratégico de desenvolvimento do governo de Moçambique”.

Uma das áreas prioritárias para o desenvolvimento económico do país é a formação de recursos humanos capazes de participar activamente nos desafios que são colocados face à descoberta e exploração das riquezas em termos de recursos naturais e hidrocarbonetos existentes em Moçambique.

“A Rússia tenciona participar nos projectos de exploração de recursos minerais em Moçambique. Temos muitas empresas russas interessadas em investir nos recursos minerais, assim como na agricultura, transportes e comunicações”, disse o chefe da diplomacia de Moscovo.

 Lavrov acrescentou que as empresas russas vão iniciar contactos directos com as suas contrapartes moçambicanas para determinarem em que áreas e projectos podem cooperar, pelo que “só depois os empresários definirem as áreas de intervenção e poderemos avançar”.

Por seu turno, Baloi destacou que as conversações com os russos foram positivas, uma vez que no decurso do encontro o aspecto da diplomacia económica esteve bem presente.

“Falamos das áreas de interesse comum, nomeadamente a formação, a defesa e a área dos recursos minerais. No que toca a formação, Moçambique carece de capacidade humana para implementar os projectos que estão em crescendo no país”, principalmente na área dos recursos naturais.


Manica - Bias fala sobre recursos minerais

Manica - Bias fala sobre recursos minerais


A cerimónia, que será dirigida pelo Director Pedagógico daquela instituição do ensino superior, Tavares da Silva Augusto, terá lugar na Faculdade de Engenharia, que funciona no então colégio Nossa Senhora da Conceição, antigo Instituto Industrial e Comercial Joaquim Marra.

A intervenção da Ministra dos Recursos Minerais é aguardada com muita expectativa no seio da comunidade académica local, uma vez Manica ser, igualmente, potencial em recursos naturais, com especial incidência os minerais, que abundam um pouco por todos os distritos da província, mas cuja exploração tem deixado muito a desejar.

Neste contexto, espera-se que a titular da pasta dos Recursos Minerais vá a Manica falar sobre o actual estágio do aproveitamento dos recursos naturais no combate à pobreza e o impacto dos projectos mineiros na promoção do desenvolvimento.

Moçambique é um dos países da África Austral com enorme potencial em ternos de recursos naturais. Embora não tenha sido confirmada a ocorrência em quantidades industriais de petróleo e diamantes, considerados a fonte da riqueza dos países detentores, abundam em Moçambique o ouro, a prata, as pedras preciosas e semi-preciosas, o ferro, cobre, carvão mineral, as rochas ornamentais, a água, areias pesadas, gás, argila, madeira, mariscos, entre outros recursos renováveis e não renováveis.

Maior parte destes recursos está adormecida e os que estão a ser explorados, o processo continua a decorrer de forma artesanal, através de garimpeiros espalhados um pouco por todo o país ou outros operadores não industriais, cujos ganhos têm sido irrisórios para a economia nacional. Assim, é convicção geral que a questão da estratégia de exploração sustentável dos recursos naturais, à luz da legislação vigente, venha a centrar a abordagem da governante.

No entanto, no que se refere aos recursos minerais, informações prestadas recentemente, no parlamento moçambicano pela Ministra Esperança Bias, sugerem que o país tem vindo a registar crescente investimento, facto que tem vindo a contribuir, de forma assinalável, para a economia nacional.

De acordo com a governante moçambicana, a produção de recursos minerais vai ganhar ainda maior impacto e contribuir de forma significativa no crescimento da economia e na melhoria das contas nacionais com a concretização dos projectos em curso na área do carvão mineral, minerais industriais, para além da potencial descoberta de mais reservas de hidrocarbonetos em  Moçambique.

Face ao favorável ambiente de negócios já estabelecido, aliada à existência de uma legislação moderna, Moçambique, segundo a Ministra, registou uma grande apetência que se traduziu no aumento do número de licenças para o exercício da actividade mineira. Para além dos benefícios económicos e fiscais obtidos, com a implementação deste projecto, também se registaram acções no âmbito da responsabilidade social.

Uma nota recebida na nossa Delegação, em Chimoio, indica que na parte introdutória do evento, o Bispo da Diocese de Chimoio, Dom Francisco Silota, irá dirigir uma missa solene aos participantes, na qual se espera que venha a fazer referência aos desafios da instituição no processo de formação do conhecimento dos moçambicanos, rumo ao combate à pobreza.


Zambézia - Inaugurado Centro de Tecnologias

Zambézia  - Inaugurado Centro de Tecnologias


O centro vai proporcionar à população local oportunidade de acesso às novas tecnologias, beneficiando para o efeito de diferentes acções de capacitação técnica.

Falando na ocasião, Louis Augusto Pelembe disse que o estabelecimento da Vila de Milénio de Malua insere-se no processo de implementação do Movimento Nacional das Vilas do Milénio, programa que é desenvolvido pelo Governo através do MCT desde 2006 com apoio de parceiros, tendo como objectivo principal a erradicação da pobreza no seio das comunidades e a criação de condições para o bem-estar e prosperidade das populações.

O ministro da Ciência e Tecnologia disse ainda que a Vila do Milénio é por excelência um espaço associativo em que os membros da comunidade a vários níveis discutem sobre os problemas que afectam o seu desenvolvimento, identificam e partilham experiências ou soluções que implementadas em conjunto e de forma concertada contribuem para a melhoria da qualidade de vida de toda a comunidade.

Augusto Pelembe, que trabalhou na província da Zambézia entre os dias 23 e 25 do último mês, afirmou ter registado com muito apreço a mensagem do Comité de Desenvolvimento Local que claramente espelha as grandes realizações resultantes do trabalho desenvolvido pelos membros da comunidade de Malua nas áreas de agricultura, saúde, educação, água e saneamento, HIV/SIDA e género, entre outras.

Ainda em Malua, o timoneiro do MCT visitou o Centro de Saúde local reabilitado e apetrechado pelo Programa Nacional Vilas do Milénio, no quadro do programa de melhoria da saúde materna infantil.

Louis Augusto Pelembe orientou também um encontro de balanço das actividades desenvolvidas pela Delegação Provincial de Ciência e Tecnologia da Zambézia, onde destacou a importância do conhecimento científico e tecnológico para o desenvolvimento social e económico do país, e em particular da província da Zambézia.

Visitou igualmente três inovadores baseados na cidade de Quelimane, nomeadamente Salé Gulamo Mussage, Milton Manuel de Gussule e Timóteo Francisco Castiano, inovadores de máquina de produção de blocos estabilizados, bicicleta táxi e “Take Away” móvel e emissor da rádio denominado Rádio Zambeze, respectivamente.

De referir que o Programa Vilas do Milénio está em implementação em Chibuto e Lionde, na província de Gaza, Itoculo e Lumbo, em Nampula, e Malua, na Zambézia, contando com apoio financeiro do Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (PNUD), do Japão e Portugal, e Chitima, na província de Tete, com o financiamento da Hidroeléctrica de Cahora Bassa.


Nyussi avalia operações das FADM no socorro

Nyussi avalia operações das FADM no socorro


Durante a sua visita, o titular da pasta da Defesa escalou as regiões de Chibuto, Conhane, Chókwè e Xai-Xai.

Nestes locais, Nyusi saudou e encorajou os jovens que se encontram a trabalhar no terreno, bem como manifestou a sua solidariedade para com as famílias afectadas pelas cheias.

Com esta visita o ministro pretendia ainda inteirar-se sobre os constrangimentos e desenhar soluções imediatas e lições futuras sobre a prestação dos militares em tempos de cheias, para além de partilhar a sua visão com o Centro Nacional Operativo de Emergência (CENOE).


Manica - Vaquina pela melhoria das condições de habitação

Manica - Vaquina pela melhoria das condições de habitação


Vaquina que há dias visitou as zonas de risco de cheias e inundações em Manica, fez aquele pronunciamento num comício que orientou momentos após desembarcar no aeródromo de Chimoio, ido da região norte da província, a mais afectada pelas intensas chuvas que estão, neste momento, a fustigar com maior incidência a região sul do país.

“Devemos comprar bicicletas, motorizadas, roupas bonitas, comer bem e comprar livros para os nossos filhos irem à escola, mas também devemos construir casas melhoradas, para melhorar as nossas condições de vida. Não podemos construir casas que, basta chover, caiem por terra” disse Vaquina.

Na província de Manica e um pouco por todo o pais, maior parte das casas desabadas em consequência das chuvas, são as de construção precária. Dados recentemente tornados públicos indicam que, naquela província, mais de três mil casas de construção precária desabaram em consequência das chuvas que caem desde princípios de Janeiro.

Recentemente, o Chefe do Estado moçambicano, Armando Guebuza, recorreu ao exemplo das casas de reassentamento do distrito de Tambara para exortar os moçambicanos a melhorarem as suas condições de habitação.

“Estamos a ver que Tambara está a mudar. Tambara de hoje não é igual ao Tambara de ontem. Ontem não tinham tantas casas de alvenaria como tem hoje e a população continua a trabalhar para construir mais casas de alvenaria. Isto mostra que estão a operar-se mudanças para o melhor. Nós estamos satisfeitos por isso” – disse Guebuza.

De uma mata densa, o bairro Magamba caminha hoje a passos largos para atingir o estatuto de vila. Casas bem perfiladas, com arruamentos devidamente organizados, com infra-estruturas de saneamento, arborização das bermas das ruas, locais reservados para estabelecimentos comerciais e serviços públicos e sociais, é o que se pode ver no novo bairro.

“O que vimos mostra que Tambara vai crescer e dias melhores virão para este distrito. Tambara sofreu por causa das cheias do Zambeze. Temos que transformar o sofrimento que nos foi imposto pelas cheias em novas forças para construir uma nova vida, ao mesmo tempo que devemos transformar a destruição em progresso” – disse o Presidente da República.

Segundo Armando Guebuza, “há muitas outras regiões do país a crescerem igualmente desta forma. Temos que aprender das dificuldades para vencermos as dificuldades. Temos que criar melhores condições de habitação. Do Rovuma ao Maputo, maior parte das nossas casas não são boas. Quando chove, entram água, as paredes nem sempre são sólidas. A maioria não tem janelas. Temos que melhorar as nossas condições, usando a nossa força e os recursos naturais que os nossos antepassados nos legaram para vivermos melhor”.

Sobre essa matéria, o Chefe do Estado disse que “se os moçambicanos mudarem de atitude, de mentalidade, a sua vida vai melhorar. Vamos combater a pobreza usando as nossas próprias forças. A força que usamos para construir as nossas casas, vamos usa-la para acabarmos depressa com a pobreza, aumentando a produção”.


Moçambique agraciado pela luta contra malária

Moçambique agraciado pela luta contra malária


O prémio foi entregue numa cerimónia realizada no majestoso e imponente centro de conferências da União Africana em Adis Abeba, numa cerimónia à margem da cimeira, orientada pelo presidente cessante da União Africana, Boni Yayi, Chefe de Estado do Benin.

O Presidente Yayi partilhou o presidium da cerimónia com Ato Halemarian Desalegn, Primeiro Ministro da Etiópia e novo Presidente da União Africana, Ban Ki-Moon, Secretário-Geral das Nações Unidas, Nkosasana Zuma, Presidente da Comissão da União Africana e o Ministro Baloi, em representação do Presidente Armando Guebuza.

O Presidente Guebuza é actualmente Vice-Presidente da ALMA (African Leaders Malaria Alliance), um fórum de luta contra a malária, ao qual estão filiados quarenta e três países africanos, dentre os quais Moçambique.

Se progressos alcançados na luta pela erradicação da malária em África estiveram no centro das intervenções dos participantes na cerimónia organizada pela ALMA, a Guiné Bissau e a República Democrática do Congo constituíram temas dominantes dos encontros do Ministro Baloi com o Secretário Geral da ONU e os antigos presidentes da África do Sul e Timor-Leste, Thabo Mbeki e José Ramos Horta, respectivamente.

A Guiné-Bissau foi, aliás, pomo de discórdia nos debates realizados na tarde hoje na plenária da Cimeira da União Africana. Evocando razões baseadas em princípios e coerência, os PALOP, secundados pela Zimbabwe e o Sudão do Sul, rejeitaram com firmeza a proposta nigeriana para a suspensão de sanções contra os autores do golpe de Estado de 12 de Abril de 2012 na Guiné Bissau.

A Nigéria, encabeçando um grupo de países da CEDEAO, tais como Senegal, Libéria e Níger, defendeu veementemente a proposta da suspensão de sanções, posição sustentada em argumentos humanitários e pragmáticos. Nem a paixão, sequer a firmeza da argumentação dos dois lados serviram para relegar a questão da crise do Mali para o segundo plano.

O Ministro Baloi acompanhou ao longo do dia deontem, o último da cimeira, a crise do Mali a emergir, inegavelmente, como o tema central desta Vigésima Conferência de Chefes de Estado e de Governo da União Africana. As intervenções dos estadistas presentes estabeleceram uma plataforma de entendimento sobre a questão maliana, que assenta em solidariedade, consenso e promessas de apoios.

O consenso e a solidariedade expressos estiveram por detrás da aprovação, sem reticências, da Declaração Solene da Conferência da União Africana sobre a Situação no Mali, que praticamente aprova a Missão de Apoio ao Mali liderada pela África (AFISMA). Ademais, os participantes à cimeira aderiram entusiasticamente à Conferência Internacional de Doadores de apoio a AFISMA que tem lugar hoje, dia 29 de Janeiro, no centro de conferências da União Africana.

O Ministro Oldemiro Baloi participa neste encontro organizado pela Comissão da União Africana, com o propósito de mobilizar apoios para a AFISMA e as Forças de Defesa e Segurança do Mali.


90 por cento dos médicos do país estão a trabalhar



Martinho Dgedge, director nacional dos recursos humanos e, ao mesmo tempo, porta-voz do ministério da Saúde, diz que a informação avançada ontem, pela Associação Médica de Moçambique, não constitui verdade. “Dos 1 270 médicos existentes no país, apenas 10 por cento é que não foram trabalhar.”

O Ministério da Saúde afirmou, ontem, não ser verdade que 90 por cento dos cerca de 1 200 médicos existentes em todo o país aderiram à greve, tal como avançou a Associação Médica de Moçambique a nossa fonte.

O director nacional dos Recursos Humanos do Ministério da Saúde reiterou que apenas 10 por cento do pessoal médico é que faltaram ao serviço, mas também alguns destes já começaram a regressar ao trabalho.

Entretanto, a fonte reconhece que as ausências de alguns médicos estão a criar embaraços no funcionamento normal dos serviços de saúde.

“Naturalmente que num e outro sítio houve dificuldades, mas a informação que o Ministério de Saúde tem, e que é a mais credível, que, aliás, pode ser confirmada nas unidades sanitárias, indica que mais de 90 por cento dos médicos estão a trabalhar”.

O Hospital Central de Maputo é que mais se ressentiu da ausência dos médicos. Mais de 70 médicos aderiram à greve, mas o ministério tenta desdramatizar a gravidade do assunto. Diz que são médicos de pós-graduação e estagiários que ainda estão num processo de formação. Diz ainda que nem são todos que alinham na ideia da greve.

“O Hospital Central de Maputo tem perto de 200 médicos em processo de aprendizagem, mas só cerca de 70 é que não foram trabalhar. Isto revela que nem são todos estes que se estão a ausentar”, explicou Dgedge.

Na província de Tete, num universo de 45 médicos, quatro é que não foram trabalhar. Na Zambézia  Martinho Dgedge diz que ninguém aderiu à greve. Já em Inhambane, não revelou o número, mas assegurou que os grevistas estão a regressar aos seus postos de trabalho.

Grevistas serão punidos

Mais uma vez, o Ministério da Saúde reiterou que a greve dos médicos é ilegal, portanto, os que não vão trabalhar são considerados faltosos.

“Para nós, eles (os grevistas) são faltosos...Estão a faltar ao serviço”, disse Dgedge, acrescentando, logo a seguir, que o Estatuto Geral dos Funcionários e Agentes do Estado é claro quanto às medidas a tomar, e toda a gente sabe o que será feito.

Para assegurar os serviços nos locais onde houve ausências, explicou que o Ministério da Saúde contactou com o seu homólogo da Defesa para apoiar em pessoal médico militar.

“Naturalmente que o Misau não podia ficar alheio à esta situação. Tinha que encontrar mecanismos para melhorar a prestação de serviços de saúde. São estes médicos militares que estão a assegurar nalguns sectores”.

Oito médicos aderem à greve no Hospital Geral José Macamo

No Hospital Geral José Macamo, na cidade de Maputo, oito médicos não foram trabalhar, pelo menos, até ao meio dia de ontem, revelou ao nosso Jornal a directora daquela unidade sanitária, Leila Monteiro.

Monteiro reconhece que a ausência daquele pessoal traz consigo enormes constrangimentos para o outro pessoal que se vê obrigado a fechar buracos, mas assegura que, mesmo assim, todos os serviços estiveram a funcionar sem grandes sobressaltos.


Ministério do Trabalho alerta para existência de falsos inspectores no país



O Ministério do Trabalho denuncia a existência de falsos inspectores, que se fazem passar por funcionários da instituição.

São quatro casos registados e o mais recente aconteceu na cidade de Maputo, onde um cidadão ainda não identificado tentou burlar a empresa Domus, alegando ter ordens da ministra do trabalho para o encerramento da empresa.

É, na verdade, um novo fenómeno de burla. Malfeitores fazendo-se passar por inspectores do trabalho contactam com empresas, alegando estarem ao serviço do Ministério do Trabalho. Detectam irregularidades e exigem aos directores das empresas valores monetários para não actuarem.

Para o caso da Domus, o inspector-geral do Trabalho, Joaquim Siúta, explica que um cidadão contactou com a secretária da empresa, exigindo falar com o director. Como o director se tinha ausentado da empresa, o malfeitor deixou o seu contacto para que, assim que o director voltasse, o contacte com urgência. Assim que voltou, o  director da gestora da 33 andares entrou logo em contacto com a pessoa, que disse que tinha ordens da ministra do Trabalho para encerrar a Domus.

Porém, o director da Domus não caiu nas malhas do malfeitor e entrou em contacto com a Inspecção do Ministério do Trabalho. Logo, seguiram-se diligências para a detenção do indivíduo, mas redundaram no fracasso.